segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Segredos p/ uma vida social PERFEITA:
-Seja Falso
-Minta
-Nao seja vc
-Jamais de o braço a torcer
-Nunca demonstre fraqueza
-Seja simpatico apenas quando te interessa augo
-Demonstre artificialmente seu afeto com carinhos físicos
-Voce é um Deus aqui
-Diminua os que te rodeia
-Exclua ainda mais os excluidos
-Nao de a palavra
-Chore escondido
-Sua aparencia é o que importa
-Seja conveniente sempre
...
-Se arrependa, perca tudo, sofra, chore e corte os pulsos. E que sua alma queime eternamente. Por ser um lixo de ser humano e nunca ter entendido a verdadeira razão da vida... IMBECIL
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
O Autista
O AUTISTA
Ele vê erros ao redor, mas nunca sai da sua rotina miserável
Ele tem sangue sobre suas mãos, mas não se incomoda em limpar
Ele pensa em não desistir, mas não aprendeu a lutar
Ele age igual um cão com fome, quando outro ameaça ultrapassar
Tudo o que um dia ele sonhou, não faz algum sentido agora
Ele não percebe que esta doente, e que se aproxima da sua hora
Sua única companhia, o próprio reflexo no espelho
Uma incógnita que não cessa de o perturbar
Todas as noites tem pesadelos bizarros que não entende
Mas sente, que eles querem o ajudar
Ele crê em um Deus indiferente, mas jamais suplica sua misericórdia
Todos os seus desejos são decadências, infinitos assuntos indeterminados e tantas magoas
Ele teme ficar para traz com tolos fracassados e pinel
Então usa atalhos que o levara ao inferno
Acreditando esta caminhando rumo ao céu
(coral)
Ele ama alguém que o despreza
Ele lamenta não ter personalidade
Ele desconhece zelo e alto estima
Ele já se enjoou da sua privacidade
E ele segue sem medo de não ver seu sol
Sempre ausente, se corroendo por não compreender, os seus segredos
O lado do bem e o do mal
E passa o dia isolando do mundo
Contemplando seu ego mental (bis)
Aparenta lá no fundo ele desejar sorrir
Sair do seu quarto mofado e escuro, com pessoas distintas interagir
Trabalhar e planejar o seu futuro
Mas seu habito se concretizou, transformou-se em um vicio sem cura
Assim ele se auto escravizou, uma ironia da sua própria fúria
Agora ele só pode se arrepender
Por sempre ir se esconder quando estava em perigo
Desprezar convites para ir brincar, com seus velhos ex-amigos
Somente de bem longe observar, todos indo e vindo
Não levantar nem criticar, ficar recolhido quando podia estar se divertindo
Franzir seu rosto
Caminhar sem olhar para traz
Cortar os pulsos
Sangrar, sangrar, sangrar
E não viver mais
escrito por : Lucas A. Panapanás
(msn) lucas_29mem@hotmail.com
Ele vê erros ao redor, mas nunca sai da sua rotina miserável
Ele tem sangue sobre suas mãos, mas não se incomoda em limpar
Ele pensa em não desistir, mas não aprendeu a lutar
Ele age igual um cão com fome, quando outro ameaça ultrapassar
Tudo o que um dia ele sonhou, não faz algum sentido agora
Ele não percebe que esta doente, e que se aproxima da sua hora
Sua única companhia, o próprio reflexo no espelho
Uma incógnita que não cessa de o perturbar
Todas as noites tem pesadelos bizarros que não entende
Mas sente, que eles querem o ajudar
Ele crê em um Deus indiferente, mas jamais suplica sua misericórdia
Todos os seus desejos são decadências, infinitos assuntos indeterminados e tantas magoas
Ele teme ficar para traz com tolos fracassados e pinel
Então usa atalhos que o levara ao inferno
Acreditando esta caminhando rumo ao céu
(coral)
Ele ama alguém que o despreza
Ele lamenta não ter personalidade
Ele desconhece zelo e alto estima
Ele já se enjoou da sua privacidade
E ele segue sem medo de não ver seu sol
Sempre ausente, se corroendo por não compreender, os seus segredos
O lado do bem e o do mal
E passa o dia isolando do mundo
Contemplando seu ego mental (bis)
Aparenta lá no fundo ele desejar sorrir
Sair do seu quarto mofado e escuro, com pessoas distintas interagir
Trabalhar e planejar o seu futuro
Mas seu habito se concretizou, transformou-se em um vicio sem cura
Assim ele se auto escravizou, uma ironia da sua própria fúria
Agora ele só pode se arrepender
Por sempre ir se esconder quando estava em perigo
Desprezar convites para ir brincar, com seus velhos ex-amigos
Somente de bem longe observar, todos indo e vindo
Não levantar nem criticar, ficar recolhido quando podia estar se divertindo
Franzir seu rosto
Caminhar sem olhar para traz
Cortar os pulsos
Sangrar, sangrar, sangrar
E não viver mais
escrito por : Lucas A. Panapanás
(msn) lucas_29mem@hotmail.com
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